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19/02/2013

START UP BRASIL: 23 EMPRESAS DISPUTAM SEIS VAGAS DE ACELERADORAS

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação está festejando a receptividade do mercado com relação ao processo de seleção das seis empresas que atuarão como "Aceleradoras" - empresas que vão “'hospedar” e dar condições de trabalho interno e externo - para as startups selecionadas pelo programa "Startup Brasil".

Segundo Rafael Moreira - Coordenador-Geral de Serviços e Programas de Computador da Sepin - Secretaria de Política de Informática, ao todo 23 empresas se apresentaram na chamada do MCTI e a escolha de somente seis não será fácil para o ministério.

"Não será fácil a tarefa de escolha por nós, porque pelo menos 80% das propostas são de altíssimo nível", explicou Rafael. Ele afirmou que desse total, a maioria dos interessados é de empresas localizadas nas regiões Sul e Sudeste. Mas empresas da Bahia e do Distrito Federal também disputam as vagas.

O programa "Startup Brasil" foi lançado no dia 29 de novembro do ano passado pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp e o secretário de Política de Informática, Virgílio Almeida.

Pelo calendário divulgado à época, o anúncio oficial das seis aceleradoras selecionadas será feito no dia 1º de março. Em seguida, será conhecido o edital para a seleção das startups - serão até 10 por cada aceleradora - com as regras sendo definidas em conjunto pelo governo e pelas aceleradoras, que deverão ser empresas constituídas no Brasil.

"Precisamos que o centro dessa inovação fique no Brasil.As startups podem ser globais. Segundo o programa, até 25% podem ser internacionais. A porta está aberta. A ordem é atrair talentos, cérebros. O momento é de colocar o Brasil no centro da inovação", detalhou Virgílio Almeida. A definição das aceleradoras também levará em conta a distribuição geográfica. "Não vamos ficar concentrados nas regiões Sudeste e Sul", garantiu.

Pelas regras divulgadas, as aceleradoras vão distribuir até R$ 200 mil para cada startup selecionada. Sendo que essa empresa deverá ter apenas três anos de existência. "A proposta é pegar realmente quem está começando. Quem quer empreender. E o nosso diferencial é abrir a porta para as startups internacionais. Elas poderão vir para o Brasil se tiverem suas propostas aprovadas nas aceleradoras", disse o secretário Virgílio Almeida.

A rentabilidade das aceleradoras, explicou ainda Rafael Moreira, coordenador do projeto, virá de participação na sociedade dessas startups. Esse percentual vai variar de 7% a 12%, considerada média mundial. Com as datas definidas, a expectativa é que em 12 meses após a seleção das startups já seja possível a geração de negócios. No total, nessa fase, o MCTI projeta investir R$ 11 milhões.

As startups vão receber apoio de marketing, vendas, suporte legal e poderão captar recursos externos - com venture capital - com o suporte da Apex - Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, que é parceira da iniciativa. Tanto é assim que a agência está montando um hub nacional no Vale do Silício, em São Francisco, nos Estados Unidos.

Site: Convergência Digital

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