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14/06/2013

EM ALTA, TABLETS JÁ ESTÃO À VENDA POR R$ 299

Uma visita a lojas de informática ou sites de comércio eletrônico explica por que as vendas de tablets não param de crescer. Os equipamentos que até pouco tempo eram apresentados como novidade para poucos, em razão dos altos preços, estão cada vez mais populares.

Graças aos modelos menos sofisticados desenvolvidos pelos fabricantes, já é possível encontrar versões de aparelhos a preços acessíveis, a partir de R$ 299. Por isso, os tablets já representam 27,6% dos itens de informática vendidos no Brasil, em unidades. No ano passado, eles tinham 11,5% do mercado. 

Além de levar à queda dos preços, a popularização favorece quem está interessado na compra de um equipamento, já que mais indústrias se empenham na fabricação das versões mais simples do tablet. O importante para o consumidor é avaliar o modelo adequado às suas necessidades de uso e o valor que pretende gastar.

“A popularização se deve à queda do preço e ao fato de o tablet ser mais adequado do que o notebook para muita gente”, disse Vivaldo José Breternitz, professor da Faculdade de Computação e Informática da Universidade Mackenzie. Segundo ele, o aparelho é vantajoso para acesso rápido à internet, consultas e troca de mensagens. “Mas, para quem precisa digitar muito, o notebook é melhor.”

Uso/  Tiago Boldrin, gerente da loja Nexar, que também fabrica tablets, disse que a escolha do modelo depende do uso. “De um modo geral, tanto o modelo mais simples como o top de linha fazem as mesmas coisas. É como comprar um carrinho popular ou uma Ferrari: os dois vão te levar. A diferença está no conforto, velocidade, status, sofisticação”, comparou.

O autônomo Rafael Alves Vilela Silva, de 30 anos, comprou um dos modelos de R$ 299 e está satisfeito. “Faço comunicação gráfica, adesivos. Uso para mostrar trabalhos, ver e-mails e a internet. Acho bem adequado.”

Consumidor precisa pesquisar melhor preço
Apesar da queda de preços dos tablets, o consumidor precisa ficar atento na hora de comprar e nunca deve deixar de pesquisar em diferentes lojas ou pela internet. Um levantamento divulgado nesta semana pela Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor) mostrou uma grande variação de preços de 16 modelos de aparelhos.

Na maioria dos casos a diferença ficou na casa dos 20% ou 30%, mas  houve variações mais significativas em algumas versões. O tablet Motorola Xoom 2, por exemplo, foi encontrado  por R$ 849 em uma  loja e por R$ 1.985,48 em outro estabelecimento, uma diferença de  133,8% entre o menor e o maior valor. Um Galaxy  Samsung Tab 2 10.1 registrou variação de preço de 51,5%, com valores de R$ 1.055,12 ou R$ 1.599,90, dependendo do local da compra.

Segundo a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), as vendas de tablets cresceram 164% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2012.  O setor estima que em 2015 esse comércio  no mundo supere o de outros modelos de computadores, como notebooks e desktops.

133 
por cento foi  a maior variação de preço da pesquisa

Aparelhos foram lançados há pouco mais de três anos
Os tablets surgiram há pouco mais de três anos, com o lançamento do iPad, da Apple, em janeiro de 2010. Desde aquela ocasião, a empresa já produziu quatro gerações do aparelho.

Usuário pode adaptar teclado físico para digitar
Para contornar o incômodo de digitar longos textos na tela de toque dos tablets, a indústria do setor lançou teclados físicos que podem ser adaptados ao equipamento para a escrita.

Notebooks têm memória e processador mais eficientes
Para o gerente da Nexar, Tiago Boldrin, o tablet dificilmente vai substituir o notebook. Segundo ele, os notebooks têm vantagens  grandes no que se refere a processadores e memória.

Capacidade pode ser expandida com cartão
O consumidor deve levar em conta também a capacidade da memória dos tablets. Nos modelos mais simples, elas são pequenas, mas podem ser expandidas por meio de cartões.

 

Fonte: Diário de São Paulo

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